Teatro da Juventude nº 33 - Vol X

Autor(es): Belinky, Tatiana (SUPERVISÃO)

Editora: Secretaria da Cultura - Governo do Estado de SP




Por: R$ 24,90

Livro raro - ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Antigo; Sem rasuras; Muito bom. Capa e contracapa com pequenos pontos de oxidação devido à ação do tempo, mas sem afetar o texto.

PEÇAS DESTA EDIÇÃO: “Liberdade, Liberdade” de Flávio Rangel  Millôr Fernandes; “Quando as Máquinas Param” de Plínio Marcos; “O Santo Milagroso” de Lauro Cézar Muniz - Finalmente chegamos em 2001... Se pararmos para refletir, percebemos que, ao entrar neste novo ano, estamos também testemunhando a entrada de uma nova década, de um novo século e, principalmente, de um novo milênio... É tempo de repensar, de nos aprimorarmos, e cabe a nós especialmente, militantes culturais, a tarefa de fazer valer os valores éticos, essenciais para o desenvolvimento e o crescimento do ser humano em todos os sentidos. Os textos que estamos publicando nesta edição, cada um na sua temática e no seu estilo, tratam exatamente disto – do comprometimento ético, como explica Ilka Marinho Zanotto, autora da “Apresentação” desta edição, cujo título “Em Nome da Ética”, não poderia ser mais oportuno. Estamos falando dos textos “Liberdade, Liberdade” de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, “Quando as Máquinas Param” de Plínio Marcos e “O Santo Milagroso” de Lauro César Muniz. As peças foram escritas na década de 60, quando, conforme salienta Ilka, havia a “crença inabalável do poder de fogo do teatro de mudar os rumos da história”. Millôr Fernandes é humorista, jornalista, dramaturgo e, além de escrever para teatro, também fez os roteiros cinematográficos dos filmes “Crônica da Cidade Amada”, “Esse Rio que Eu Amo” e “O Menino e o Vento”. Entre suas obras teatrais destacam-se: “Uma Mulher em Três Atos (1952), “Computa, Computador, Computa” (1972) e “É...” (1977). O espetáculo “Liberdade, Liberdade foi escrito em colaboração com Flávio Rangel. Autor cujas peças se caracterizam pela encenação nua e crua da vida marginal dos grandes centros urbanos, ao levar aos palcos um linguajar realista e recheado de palavrões, Plínio Marcos incomodou muita gente e despertou a atenção da censura. Segundo Nelson Rodrigues, Plínio “foi um surto epidêmico. Alastrou-se por todos os palcos, elencos e plateias. Ele inventou uma nova relação entre o brasileiro e o nome feio. De repente, instalou-se nos palcos e nas plateias a doença infantil do palavrão”. Entre as muitas peças que escreveu, as que obtiveram maior repercussão foram: “Barrela” (1956), “Jornada de um Imbecil até o Entendimento” (1964), “Dois Perdidos uma Noite Suja” (1958), “Navalha na Carne” (1967), “Homens de Papel” e “Quando as Máquinas Param". Produzindo para teatro, cinema e televisão, Lauro César Muniz, mestre em dramaturgia, é um autor voltado essencialmente para a realidade brasileira, na qual enfoca, com habilidade única, os problemas sociais. Consegue, com maestria, levar o público ao riso e à reflexão. Ninguém sai indiferente após assistir a um espetáculo seu. Entre suas peças, “Esse Ovo é um Galo” (publicado na Teatro da Juventude n. 4), “O Santo Milagroso” e “A Morte do Imortal” mostram a vida simples do interior. Já “Sinal de Vida” e “Luar em Preto e Branco” apresentam personagens complexos da vida urbana. Ainda para teatro, escreveu também “A Infidelidade ao Alcance de Todos” (1966), “O Líder” (1968), “A Comédia Atômica” (1969) e outras. Enfim, com a certeza de que você irá aproveitar muito esta edição, desejamos que o novo ano seja realmente o início de uma nova era e que a ética pontue o caminho de todos. (Erné Vaz Fregni)

ISBN: Não consta

Edição/Ano: 1ª edição, 2000

Paginas: 112

Encardenação: Brochura

Comprimento: 27 cm.

Largura: 21 cm.

Altura: 0,8 cm.

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