As Mãos de Abraão Zacut

Autor(es): Monteiro, Luís de Sttau

Editora: Ática




Por: R$ 29,90

Livro muito raro - ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Antigo; Sem rasuras; Excelente. Cortes das páginas levemente amarelados. Folha de guarda, capa, segunda capa, terceira capa, contracapa e lombada encontram-se bem amareladas, devido à ação do tempo.

Peça de 1968, escrita em 2 atos, sobre um grupo de judeus em um campo de concentração durante a 2ª Guerra Mundial, mostrando o desespero generalizado das pessoas, independemente de suas prévias condições sociais. 

ISBN: Não consta

Edição/Ano: 3ª edição, 1971

Paginas: 188

Encardenação: Brochura

Comprimento: 19,4 cm.

Largura: 13,4 cm.

Altura: 1,3 cm.

Nasceu em 3 de abril de 1926 em Lisboa, cidade onde viria a morrer a 23 de julho de 1993. Com 10 anos de idade mudou-se para Londres com seu pai, embaixador de Portugal. Contudo, em 1943 este último é demitido do seu cargo por Salazar, obrigando-os a regressarem a Portugal. De volta a Lisboa, licenciou-se em Direito, que exerceu por um curto período de tempo, dedicando-se depois ao jornalismo. A sua estadia na Inglaterra, durante a juventude, colocou-o em contato com alguns movimentos de vanguarda da literatura inglesa. Na sua obra narrativa retrata ironicamente certos estratos da burguesia lisboeta, e aspectos da sociedade portuguesa contemporânea. Vai novamente para Londres e torna-se piloto de Fórmula 2. Ao regressar a Portugal colabora em diversas publicações destacando-se a revista Almanaque e o suplemento A Mosca do Diário de Lisboa. Estreou em 1960, com "Um Homem não Chora", seguido de "Angústia Para o Jantar" (1961), obra que revela alguma influência de escritores ingleses da geração dos angry young men, que o consagrou, e "E Se For Rapariga Chama-se Custódia" (1966). Destacou-se, sobretudo, como dramaturgo, com "Felizmente há Luar!" (1962), peça que, sob influência do teatro de Brecht e recuperando acontecimentos da anterior história portuguesa, procurava fazer uma denúncia da situação na época. Esta peça foi publicada em 1962, tendo sido reconhecida com o Grande Prêmio de Teatro. A sua representação foi, no entanto, proibida pela censura. Só em 1978 após a Revolução do 25 de Abril, a célebre peça foi apresentada nos palcos nacionais no Teatro Nacional.  

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